Autor: Jolie Castro Coelho

Floricultura Winge é agraciada com Diploma Honra ao Mérito

A Floricultura Winge Agrícola e Comercial de Plantas Ltda recebeu na tarde desta sexta-feira (06/12) o Diploma Honra ao Mérito da Câmara Municipal de Porto Alegre, que foi proposto pelo vereador Mendes Ribeiro (MDB). A homenagem à floricultura, fundada em 1886 e que em 2019 completou 133 anos, ocorreu no Plenário Otávio Rocha do Legislativo e foi presidida pelo vice-presidente do legislativo, vereador Reginaldo Pujol (DEM).

Em sua fala na tribuna, Mendes Ribeiro destacou que a empresa possui valores que admira muito. “Eles possuem visão empreendedora, tradição familiar e amor pelo oficio, que é passado de geração a geração”, disse – lembrando que a Winge está localizada na Rua Dr. Mário Totta, no bairro Tristeza, em um local que mora no seu coração. “O bairro Tristeza foi onde meu pai se criou. Passávamos o final de semana inteiro lá. Na minha campanha para vereador em 2012, a floricultura foi um dos únicos lugares que meu pai, que já estava doente, me pegou pela mão e me levou para conhecer de perto o trabalho”, contou.

O parlamentar lembrou que, nesses mais de cem anos de existência, o local sempre primou pela inovação e modernização ao longo do tempo. “Hoje pela manhã fizemos uma reunião, aqui no Legislativo, sobre a lei de minha autoria e outros parlamentares que promove liberdade econômica. É tudo o que nós queremos: desenvolvimento social, desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda”, destacou, afirmando que a Winge representa tudo isso.

Para concluir, Mendes afirmou que se orgulha e se emociona ao lembrar do dia em levou o convite para homenagear a floricultura. “Walter (proprietário) encheu os olhos de lagrimas, mas não quis o reconhecimento só para si, mas para toda a família”, concluiu, cumprimentando a família por todo o serviço prestado à cidade e, em especial, ao bairro Tristeza. “Parabéns por contribuírem para que Porto Alegre seja melhor e mais humana”, finalizou.

WINGE

Walter Winge, administrador, um dos proprietários da floricultura e neto do fundador, fez uma apresentação contando sobre o início da empresa. “Josef Winge foi um juiz alemão aposentado que se mudou para o Brasil. Junto com a família, ele se instalou em um pedaço de terra da Zona Sul de Porto Alegre e iniciou um viveiro de frutíferas”, relatou. De acordo com Walter, Josef não tinha nenhuma formação na área, porém tinha uma visão empreendedora, e foi aprendendo as técnicas agrícolas de forma autodidata, por meio de livros.

“Ele ajudou a construir a cooperativa de produtores de Porto Alegre, escrevia em um jornal para a população alemã, em alemão, e defendia o estudo técnico. Viajava pelo interior e, em cada casa de comércio, nomeava um representante que mandava os pedidos pelo correio, e as mercadorias eram despachadas para todo o interior por via férrea”, relatou, destacando que foi assim que, ao longo de quatro gerações, transformaram a área da Tristeza em um garden center. Ao final, ele agradeceu a todos os funcionários, clientes, familiares e parentes que contribuem para que a empresa tenha continuidade. “Obrigado por tudo, estou muito feliz”, disse.

Também prestigiaram a sessão: Vera Winge; Marie Rita Winge; Jairo Lorena, funcionário da floricultura há 41 anos; o secretário municipal de Serviços Urbanos, Ramiro Rosário; o presidente do Sindilojas de Porto Alegre, Paulo Kruse; e Valdecir Ferrrari, presidente da Associação Rio-Grandense das Floriculturas.

TextoLisie Bastos Venegas (reg. prof. 13.688)

EdiçãoCarlos Scomazzon (reg. prof. 7400)

Reunião Pública Liberdade Econômica

Nossa reunião pública sobre a Declaração Municipal de Direitos de Liberdade Econômica!
As alterações e modificação cultural que esse projeto representa aos empreendedores de baixo risco são inúmeras. Certamente, iria cansá-los (textão) em meio a tarde de uma sexta-feira, elencando aqui. É algo que merece extrema atenção de todos.
Então, quem desejar, nos peça através do e-mail comunicaomendesribeiro@gmail.com, o material que detalha de forma didática (sem juridiquês burocrático) os benefícios que almejamos para Porto Alegre: a presunção da boa fé, a aprovação tácita (chega de ausência de prazos e pessoas aguardando um papel para ter o direito de faturar), dentre outros…
O mais importante de hoje, o apoio recebido, grato pela presença: Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE), Secretaria Municipal da Fazenda (SMF), La Mafia (La mafia barbearia), Instituto de Estudos Empresariais (ieepoa), Sindicato dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre (Sindilojas Porto Alegre), Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA-RS), Pilecco Nobre Alimentos (Arroz pilecco nobre), Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Alegrete, Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa (ADCE RS), Associação de Jovens Empresários (AJE POA) e Associação da Classe Média (ACLAME).

Novembro azul e roxo

Sobre bandeiras e causas.
Quem não tem a saúde como bandeira?
Não há como, com todas as necessidades em programas, instalações, equipamentos e custos, todo e qualquer gestor e legislador não ter a saúde como sua bandeira. Mas, não basta empunhar. É preciso ações programáticas, muitas vezes lentas, pelo processo natural, para conseguirmos resultados. Isso, principalmente, quando falamos das relacionadas a conscientização e a criação de uma nova cultura.
Quem tenta fazer tudo, acaba não conseguindo resultados e alcance de metas em nada. Por isso, nosso mandato, mais do que a bandeira da saúde, empunhou duas causas: a saúde do homem e a prematuridade; que, justamente, ambas, tem o mês que
agora inicia como marco. No último ano, a Frente Parlamentar da Saúde do Homem se reuniu com especialistas na temática e gestores das instituições de saúde para, ao final de UM ANO, chegarmos a ações pontuais para reverter o índice de: 80% das
enfermidades que mais atingem os homens podem ser encaminhadas em ambulatórios. Ou seja, adoecendo por não buscar auxílio.
Hoje, com novembro azul, conseguimos trabalhar de forma efetiva a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata, mas é um campo mais amplo. Atendimento integral à saúde é um direito fundamental, constitucional. Resultado das discussões sobre o tema? Números comprovam o aumento dos homens na busca de atendimento com os postos em horários estendido, até as 22h.
Nossa segunda causa é a prematuridade, que está impressa na fachada da Câmara, com um outdoor que convida a todos para a 4ª edição da caminhada pela causa. A prematuridade está ligada a 53% dos óbitos no primeiro ano de vida. Nossa capital é referência no tratamento de pré-termos e casos graves no Estado, mas, temos um índice de 12,6% de prematuros, que é acima da média do Brasil e do Rio Grande do Sul. No país corresponde a 12,4% –o dobro dos países da Europa – e no Estado chega
a 12%. Nascem no país um total de 931 prematuros por dia, o equivalente a 40 por hora. Nas últimas reuniões contamos com a prestação de contas da ampliação dos leitos de UTI neonatal nos hospitais, as ações do Primeira Infância Melhor, repassamos o protocolo de segurança do paciente, que vai da identificação correta do paciente, a higienização das mãos e comunicação com
os pais. Hoje, um prematuro que ficou internado após o nascimento, quando chega em casa, é acompanhado como qualquer outra criança, sendo que os prematuros são propensos a doenças graves ou morte; mas, com o tratamento e os cuidados adequados, os riscos e possíveis deficiências podem ser reduzidos. Sim, é com um trabalho programático, de cultura,
conscientização, que vamos melhorar nossos índices. Só depende de trabalho e de meses como o nosso Novembro;
seja ele roxo ou azul!

Proposta retira proibição de novas construções no Parque Farroupilha

Está em tramitação na Câmara Municipal de Porto Alegre projeto de lei que revoga a Lei nº 2.185, de 27 de dezembro de 1960, que proíbe a realização de novas construções no Parque Farroupilha (Redenção). Conforme os autores da proposta, vereadores Felipe Camozzato (Novo) e Mendes Ribeiro (MDB), os frequentadores do Parque “sofrem com a infraestrutura precária do local e com todas as consequências advindas disso” e a legislação em vigor “perpetua esse cenário, impedindo tanto o setor público quanto o setor privado de desenvolverem projetos no local que, por sua vez, estimulariam a atividade econômica e a ocupação, por parte da população, do espaço público”.
Os parlamentares entendem que, embora tenha a intenção de garantir a preservação paisagística do Parque, a legislação torna a área imutável. “Os espaços voltados ao atendimento das preferências humanas devem ser dinâmicos, de modo que seja possível adaptá-los às mudanças das próprias preferências da população”, argumentam.
Os proponentes também destacam que, por ser um bem tombado do Município de Porto Alegre, estando protegido pela Lei Complementar nº 275, de 6 de abril de 1992, e por diversas estruturas da Administração Pública Municipal, o Parque já tem seu valor histórico e paisagístico protegido. “O instituto do tombamento, ainda que seja entendido como demasiadamente restritivo, se mostra um mecanismo de gestão do patrimônio público mais eficiente do que a vedação legal estática que, atualmente, vigora no Município de Porto Alegre”, afirmam.

Texto: CMPA

Nosso Programa Geladeiroteca vem aí!

O Geladeiroteca, projeto do vereador Mendes Ribeiro, que visa arrecadar livros, revistas, gibis e geladeiras por meio campanhas de doação; e disponibilizar ao público em geladeiras grafitadas, passou pela Comissão de Constituição e Justiça.

Se aprovada em plenário, o Geladeiroteca será implantado em escolas públicas de ensino fundamental da rede municipal de ensino, Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), hospitais, praças, parques e locais públicos com grande circulação de pessoas. Os livros, as revistas e os gibis disponibilizados pelo Programa poderão ser retirados e devolvidos a qualquer tempo, sem a necessidade de registro específico ou de autorização.

“A ideia do Programa Geladeiroteca é inspirada em iniciativas já existentes, em que há consulta livre, sem formalidades e democrática, com o objetivo de chamar a atenção para a leitura e levar cultura às pessoas”, disse Mendes Ribeiro.

O vereador explica ainda que, no Geladeiroteca, não será necessário fazer registro específico ou solicitar autorização para os empréstimos, pois os livros, as revistas e os gibis poderão ser levados para casa, lidos no local ou em qualquer outro lugar que o leitor desejar. Também não há limite de tempo para devolução. “Com o tempo, as devoluções das obras e as contribuições de novos livros, revistas ou gibis farão com que a população se empodere do Programa Geladeiroteca. O acervo de cada geladeiroteca será formado com a participação de todos, ou seja, será uma construção coletiva.”

Patinetes elétricos: um mês da regulamentação

Passado um mês da regulamentação dos patinetes (que dá até 90 dias para as operadoras se adequarem as determinações), a velocidade nas calçadas e o abandono do equipamento em qualquer lugar, foram os pontos negativos mais apontados, segundo questionamento que fizemos via ferramentas de comunicação.

Campanhas de conscientização do uso (processo natural, visto ser um novo modal que se integra a nosso cotidiano) e fiscalização é o que precisamos! A fiscalização por parte do município se dá com a empresa prestadora do serviço, porém, o usuário, por trafegar em alta velocidade, não pode ser multado (é competência federal), logo precisamos nos conscientizar, principalmente, nas calçadas onde a velocidade máxima permitida é de 6km.

Evoluir junto com as tecnologias que surgem a nosso favor!

Destaco, do decreto:

Art. 4º Os sistemas de compartilhamento de equipamentos … deverão observar:
I – a preferência ao pedestre nas calçadas e demais espaços compartilhados com os equipamentos;

V – a colaboração com o aprimoramento das políticas de mobilidade para o Município;

VI – a realização de programas direcionados a comunidades de baixa renda, de modo a promover o uso do sistema de compartilhamento de bicicletas e patinetes de propulsão humana, bicicletas elétricas e equipamentos elétricos autopropelidos individuais (patinetes elétricas e outros), sem estação física, em toda a Cidade, concedendo descontos na tarifa de uso, valores diferentes ou isenções para determinado público;

VII – a promoção de esclarecimentos à população quanto ao uso e às regras de convívio com segurança.

 Art. 6º

  • 2º É vedado o estacionamento de bicicletas e patinetes de propulsão humana, bicicletas elétricas e equipamentos elétricos autopropelidos individuais (patinetes elétricas e outros):

I – de maneira que obstrua as áreas de passagem de pedestres nas calçadas;

 Art. 7º

V – recolher as bicicletas e patinetes de propulsão humana, bicicletas elétricas e equipamentos elétricos autopropelidos individuais (patinetes elétricas e outros) que estiverem estacionados em área pública causando prejuízo ou desordem à mobilidade, ao trânsito e ao ordenamento urbano, no prazo de até 4 (quatro) horas após a notificação pelas autoridades públicas ou por denúncia da população,

 Art. 8º

 I- velocidade máxima de 6 km/h (seis quilômetros por hora) em áreas de circulação de pedestres;

II – velocidade máxima de 20 km/h (vinte quilômetros por hora) em ciclovias, ciclo faixas e ciclorrotas;

30 anos de nossa Carta Magna

Uma data marcada não somente pela importância da concepção da nossa lei máxima, mas como ela foi construída.

Quase um ano de trabalho, com 10% das emendas de origem popular. Ou seja, efetivamente o exercer da cidadania.
Me orgulha a Galeria dos Constituintes, inaugurada na última semana, com meu pai, um dos 55 deputados constituintes, relator da Comissão de Sistematização, que teve a tarefa de conciliar os anteprojetos das 6 comissões temáticas, analisando 2.750 emendas protocoladas, e originando os 268 artigos que hoje regem nosso Estado.
Vida longa àqueles que fizeram nossa história e deixaram alicerces para aprimorarmos e adaptarmos para o amanhã.

Consumo de bebidas alcoólicas nos estádios

Hoje, usei a tribuna para me manifestar contra o projeto que tramita na Assembleia Legislativa para restringir, ainda mais, o consumo de bebida alcoólica nos estádios; nas rampas de acesso, estacionamentos e áreas de convivência.
Justifico: tempo atrás, o governador acordou com deputados que vetaria o projeto de liberação de bebidas. Com o intuito de existir um amplo debate primeiro, criando uma comissão inclusive. Para se encontrar formas de regulamentação da venda. Como acontece em outros 13 estados, originando um outro projeto. Uma alternativa regulamentada, com limites, mas respeitando a liberdade, princípio que deve ser defendido!
No lugar disso, surgiu um projeto com mais restrições!

Frente Parlamentar da Prematuridade Municipal e Estadual

Segurança e higiene

Nesta segunda-feira, dia 7, a 4ª reunião da Frente Parlamentar da Prematuridade tratou a segurança e higiene dos pacientes prematuros em parceria com o Legislativo. O presidente da Frente, vereador Mendes Ribeiro, saudou os convidados e reforçou o compromisso do evento em buscar cada vez mais alternativas que previnam a prematuridade e garantias de melhores atendimentos.

“Sempre digo que nossos mandatos passarão. Virão outros deputados e vereadores, mas nosso trabalho fica.” Disse o presidente.

   A vice-diretora da Ong Prematuridade.com, Aline Hennemann, apresentou o protocolo de segurança do paciente em 6 passos, que incluem a identificação correta do paciente, higienização das mãos e a comunicação com os pais, para que estes sintam-se empoderados para representar seus pais. Alertando que por mais básicos que são devem ser relembrados com constância quando se trata de pacientes prematuros. Também enfermeira neonatal, Aline ilustrou o aprendizado que passa a seus alunos em relação ao tratamento aos pré-termos.

“Sempre digo que para tocarem em um prematuro lembrem-se do toque em um algodão. Esse é o toque e o cuidado com um prematuro” disse a vice-diretora. 

A Chefe do Serviço de Neonatologia do Hospital Moinhos de Vento, Dra. Desirre Volkmer, destaca que a melhora no atendimento a prematuros não depende somente de novas tecnologias, mas da atenção.

“Cada vez mais o profissional tem oportunidade de aprender. O contato com os pais por exemplo, às vezes eles nem imaginam o que aprendemos com um detalhe compartilhado nessa comunicação.” Concluiu.

Contribuindo para o debate, secretária estadual da saúde, Letícia Boeira, falou quanto às informações passadas aos pais dos pacientes “às vezes achamos que a informação dada é uma informação assimilada. Mas damos muitas informações a esses pais, portanto o acompanhamento é essencial”. Reforçou a secretária. 

Também estiveram presentes: deputado estadual, Dr. Tiago Duarte; Saúde da Criança/Sec Saúde do RS, Dra. Célia Magalhães; e representando a Academia Sul-Rio-grandense de Medicina, Prof. Heitor Hentschel; presidente da Ong Prematuridade.com, Denise Suguitani.

  A próxima reunião da Frente Parlamentar acontece dia 21 de novembro, na Câmara de Vereadores, com a temática “O cuidado baseado no envolvimento da família”.

Atenção ao Déficit de Atenção e Hiperatividade

Como identificar e apoiar a causa

O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, também conhecido como TDAH, precisa da atenção da sociedade civil e organizações governamentais. Esse transtorno é, normalmente, identificado na infância e pode persistir na fase adulta dos cidadãos. Contribuindo para a incidência de situações adversas das pessoas direta ou indiretamente envolvidas. Por isso, pedimos Atenção!

Lamentavelmente, por falta de conhecimento sobre o tema, em alguns casos, a expressão “TDAH” é utilizada de forma pejorativa. O TDAH é um distúrbio neurobiológico crônico caracterizado por desatenção; dificuldade em manter foco; agitação motora e impulsividade. Estudos indicam que esse transtorno afeta de 3% a 5% das crianças em idade escolar, a maioria meninos.

A identificação e diagnóstico deste transtorno na infância é de fundamental importância. Para que seja possível evitar sérios problemas que podem perdurar por toda a vida.
Caso os sintomas não forem devidamente reconhecidos e tratados. Além do problema fim, suscitam-se outras dificuldades, a exemplo da baixa autoestima, relacionamentos problemáticos, dificuldade na escola, rótulos depreciativos que não correspondem ao potencial psicopedagógico, ou no trabalho. O diagnóstico e providencias cabíveis são capazes de eliminar adjetivos errôneos às pessoas com TDAH. Quando muitas, são consideradas preguiçosas, mal-educadas, desajeitadas, incompetentes.

Ampliam-se os movimentos em favor da conscientização dessa causa. Em Porto Alegre, apresentamos o projeto que originou a Lei Nº 12.469/2018, que inclui a Semana de Conscientização sobre o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) no  Calendário de Datas Comemorativas e de Conscientização do Município. A qual deve ocorrer na semana que incluir o dia 19 de setembro. Realizamos seminário sobre o tema, aprovamos Indicativos ao Executivo para ações de diagnóstico e adaptações ao atendimento de portadores do TDAH nas Escolas da Rede Municipal. Neste período, de forma incisiva, chamamos a atenção de todos os cidadãos, governantes, instituições representativas, principalmente à comunidade escolar e todos os profissionais da área da saúde, sobre a importância da ATENÇÃO, em todos os sentidos e vias, a qual é fundamental na vida de todos nós.

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