#PROTEÇÃO

Esportes náuticos na prevenção e no desenvolvimento de potencialidades
A revitalização da orla também é cultural. Não basta estrutura física, é preciso desenvolver a cultura da prática dos esportes náuticos; usar aquilo que mais nos caracteriza: o Guaíba!
Através de parcerias público-privadas, queremos programas que disponibilizem equipamentos e instrutores para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. Propiciando, inclusive, a formação de futuros atletas. É também o primeiro passo para o retorno de uma Marina Pública na capital.

Artes marciais nas escolas: próximo da realidade
Já sabendo do bom desenvolvimento e resultados da inserção de artes marciais nas escolas de capitais (recentemente o RJ anunciou como disciplina) e visitando ações semelhantes, protocolamos projeto para a criação do Programa Artes Marciais na Escola. Nosso compromisso é torná-lo lei, que seja executada!
Condicionamento físico, socialização, competitividade saudável, afastamento da drogadição e criminalidade, aumento da autoestima, combate ao bullying, concentração, integração afetiva, respeito, disciplina e o refletir sobre os impulsos antes de atacar física ou verbalmente alguém são alguns dos efeitos transformadores que as artes deixam nos alunos. Isto é proteção social!

A retomada do esporte amador: estrutura e valorização aos campeonatos
Incentivo a parcerias com empresas para a organização de competições amadoras esportivas. Apoio estrutural e burocrático aos eventos, sejam eles de caráter escolar, por bairros e/ou associações e clubes esportivos.

Pertencimento territorial: a proteção social no pós-reassentamento
É dever do poder público oferecer ferramentas para que o pós-reassentado desenvolva-se na nova morada. A adaptação, convivência e cuidado com o lar ocorre naturalmente quando há o sentimento de pertencimento. Essa casa, esse lugar, esse bairro é meu; eu cuido dele, assim como ele me ampara.
Através dos programas de reassentamento isso já é previsto por lei, mas é preciso garantir que as capacitações de geração de renda e sustentabilidade estejam ocorrendo com êxito.

O espaço público a quem lhe pertence
O primeiro a fechar e o último a retomar suas atividades, o setor de eventos necessita de atenção para sua recuperação no pós-pandemia. Não somente o desenvolvimento cultural da cidade urge, mas a geração de emprego e renda para toda a gama de profissionais que trabalha nos bastidores.
A utilização de alguns espaços (largos e praças públicas) para atividades e manifestações culturais deve ser repensada e remodelada para suprir essa demanda retida.