#SAÚDE

Frente Parlamentar pela ampliação da Unidade de Queimados do HPS
Com 76 anos, o Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre, 100% SUS, é referência no atendimento de queimados em todo o Estado. Cada caso que dá entrada, indica uma linha de intervenção. Um trabalho específico em uma instituição que também serve para formar novos profissionais, com o programa de residências.
O paciente conta com equipe multidisciplinar, que além do atendimento inicial, internação e procedimentos cirúrgicos, trabalha os aspectos psicológicos, fisioterapia e terapia nutricional. Sua ampliação precisa de nossa atenção, tanto pelos pacientes, quanto pelo desenvolvimento de estudos e capacitações aos profissionais.

Adoção de postos de saúde
Lei que incentiva a adoção de Unidades Básicas de Saúde por pessoas físicas ou jurídicas, que podem contribuir com equipamentos e materiais de uso diário – verificados pela secretaria de Saúde. Além de obras de reformas e benfeitorias.
Para a sociedade, isso significa a garantia de atendimentos melhores; para o município, a possibilidade de investir em profissionais para as unidades e outros benefícios.
Para as empresas e entes, fica o retorno do impacto positivo em “adotar” a saúde do próprio município, além de reforçar a “responsabilidade social empresarial”. 
Com vontade política de fazer, nossa lei fará parte da Saúde de Porto Alegre!

Normas para o serviço de atendimento médico de urgência – SAMU
Lei que normatiza o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) para a remoção dos pacientes aos hospitais.
Nas ocorrências atendidas, no socorro clínico e de traumas leves pelo SAMU, os pacientes são removidos para as emergências do Sistema Único de Saúde (rede pública), mesmo que possuam um plano privado de Saúde.
Levando em conta a superlotação corriqueira, a remoção para um hospital privado (devido ao paciente possuir convênio) liberaria um leito, ou seja, desafogamento das emergências. Isto, principalmente, porque o paciente com convênio, ao chegar ao SUS, pede a transferência para o seu hospital privado. Ou seja, o processo seria agilizado. Reduzir os direcionamentos à rede pública, quando possível, é leito livre para quem precisa.
Esta lei precisa valer, para isso, nossa vontade política de fazer levará a prática!

Programa de Cuidados Paliativos
O progressivo envelhecimento populacional, o predomínio de doenças crônico-degenerativas e o aumento de casos de câncer e outras doenças que levam ao comprometimento funcional foram o alerta para a criação da Lei do Programa Municipal de Cuidados Paliativos. Um conjunto de práticas de assistência ao paciente visando à qualidade de vida e a manutenção da dignidade no decorrer da doença, na morte e no período de luto. Agora, junto a um grupo de profissionais, representando nossas instituições de Saúde, é o momento de tornar o Programa realidade.

Programa de Atenção à Prematuridade
A prematuridade está ligada a 53% dos óbitos no primeiro ano de vida, respondendo por, pelo menos, 12 mil mortos por complicações logo após o parto. Os prematuros são propensos a doenças graves ou morte durante o período intraparto e neonatal. Mas, com tratamento e cuidados adequados, os riscos e possíveis deficiências podem ser reduzidos. É uma condição que depende de nossa atenção. 
O Programa municipal diagnostica e previne situações de risco para partos prematuros, dá assistência à criança e à família, bem como reduz as ocorrências de partos prematuros e mortes associadas às complicações.