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Saúde em pauta!

No último semestre, os projetos relativos a Saúde, principalmente com enfoque na prevenção, foram elencados como prioritários no gabinete do vereador Mendes Ribeiro.

Com grande vínculo junto à comunidade médica e sensível ao diálogo com as principais instituições de Saúde, o vereador, com o auxílio destes, encontrou algumas soluções – de competência do poder Legislativo – passíveis de implantação em Porto Alegre.

TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade

Quando a desatenção, falta de foco nas atividades, agitação motora e impulsividade das crianças, especialmente em sala de aula, afeta o seu desenvolvimento escolar e, muitas vezes, gera dúvidas na condução do professor, pode ser sintomas do TDAH.

Diagnosticado em idade escolar e encaminhado a cuidados, há diminuição no índice de desenvolvimento simultaneamente de distúrbios psiquiátricos, como ansiedade e depressão, e na adolescência, no uso abusivo do álcool e de outras drogas.

Indicativo de Lei:

O vereador protocolou junto ao executivo um indicativo de Lei para realização de atividades de capacitação aos profissionais vinculados a área escolar para atender e estimular a aprendizagem das crianças e jovens com TDAH.

Projeto de Lei:

Criação da Semana Municipal de Conscientização, período em que, junto a instituições de Saúde, grupos de apoio, secretárias de Saúde e demais vinculadas, levem materiais instrutivos a pais e comunidades; compreendendo tipos, graus, causas, além de auxiliar no desenvolvimento das crianças e jovens e minimizar as consequências.

Atendimento descentralizado à Saúde do Homem

Após um ano de reuniões periódicas com a Frente Parlamentar da Saúde do Homem, criada e presidida por Mendes Ribeiro, voltada a integrar e discutir com especialistas, agentes da saúde e comunidade, uma das metas integrantes da Cartilha da Saúde do Homem é a implantação do atendimento médico descentralizado, como minimizador de problemas ditos ambulatoriais que, pela falta de orientação, agravam-se. Ainda, promover informações e atendimentos especializados pela plataforma do Telessaúde.

Frente Parlamentar pela causa da Prematuridade

A prematuridade está ligada a 53% dos óbitos no primeiro ano de vida, respondendo por, pelo menos, 12 mil mortos por complicações logo após o parto. “Este é um tema que precisa ser tratado com atenção por todas as esferas da administração pública, especialmente no âmbito municipal, visando a disponibilização de acompanhamento pré-natal a fim de oportunizar atendimento de qualidade às gestantes e um parto seguro. Os prematuros são propensos a doenças graves ou morte durante o período intraparto e neonatal. Mas, com tratamento e cuidados adequados, os riscos e possíveis deficiências podem ser reduzidos. É uma condição que depende de nossa atenção”, relata o vereador.

Programa Municipal de Atenção a Prematuridade

Programa municipal que visa diagnosticar e prevenir situações de risco para partos prematuros, dar assistência à criança nascida prematuramente e à sua família e reduzir as ocorrências de partos prematuros e mortes associadas às complicações dessa condição, além de cuidados com a idade gestacional, com a prematuridade, com o peso ao nascer e demais cuidados exigidos que deverão ser levados em consideração. 

No programa serão realizadas ações promocionais para divulgação dos fatores de risco da prematuridade e dos cuidados necessários nos períodos da gestação e pós-natal, a fim de diminuir o número de partos prematuros e de alertar para as complicações decorrentes do nascimento pré-termo.

Programa Municipal de Cuidados Paliativos

O Programa Municipal de Cuidados Paliativos desenvolve um conjunto de práticas de assistência ao paciente visando à qualidade de vida e à manutenção da dignidade humana no decorrer da doença, na morte e no período de luto.

Atualmente há um progressivo envelhecimento populacional associado ao predomínio de doenças crônico-degenerativas de evolução lenta e um crescente e constante aumento de novos casos de câncer e de outras doenças que geram de forma direta o comprometimento funcional e a dependência dos pacientes. Para Mendes, além desses fatores, há uma nova reorganização familiar, com mais pessoas morando solitariamente e que, quando diagnosticadas com uma doença terminal, podem ter muito sofrimento físico, mental, social e emocional.

“Os cuidados paliativos nunca podem estar isolados da cadeia de serviços de saúde que caracterizam a atenção global ao paciente, na qual a melhora da qualidade de vida de pacientes e familiares é realizado por meio da prevenção e do alívio do sofrimento físico, psíquico, social e espiritual”, destaca Mendes. Desse modo, prossegue, “um diagnóstico adequado do sofrimento e de suas causas é imprescindível para o cuidado paliativo”.

Comunicação de maus tratos a idosos

Medida vale para hospitais públicos e privados, Unidades Básicas de Saúde e Unidades de Pronto Atendimento localizados em Porto Alegre.

O projeto visa assegurar que a notificação ou comunicação de maus-tratos possa apoiar na elaboração de políticas públicas de prevenção à violência contra a pessoa idosa. Na comunicação aos órgãos de assistência social, devem constar o motivo do atendimento, o diagnóstico, a descrição detalhada dos sintomas e das lesões, além da conduta adotada, incluindo tratamento e encaminhamentos realizados.

Assessoria de Comunicação Gabinete Mendes Ribeiro

Programa Municipal de Cuidados Paliativos

Está em tramitação, na Câmara Municipal de Porto Alegre, projeto de autoria do vereador Mendes Ribeiro (MDB) que pretende criar o Programa Municipal de Cuidados Paliativos em Porto Alegre. A proposta pretende dar atenção e cuidados minimamente necessários a pacientes com doenças incuráveis e em fase progressiva, a fim de promover o seu bem-estar e a sua qualidade de vida, assim como atender e dar apoio aos familiares.

Conforme o autor da matéria, atualmente há um progressivo envelhecimento populacional associado ao predomínio de doenças crônico-degenerativas de evolução lenta e um crescente e constante aumento de novos casos de câncer e de outras doenças que geram de forma direta o comprometimento funcional e a dependência dos pacientes. Para Mendes, além desses fatores, há uma nova reorganização familiar, com mais pessoas morando solitariamente e que, quando diagnosticadas com uma doença terminal, podem ter muito sofrimento físico, mental, social e emocional.

Dentro desse contexto, justifica o parlamentar emedebista, “o Programa Municipal de Cuidados Paliativos se insere como uma medida extremamente necessária, com a certeira abordagem de promover a qualidade de vida, prevenir e aliviar o sofrimento de indivíduos e familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da sua existência. De acordo com o projeto, o Programa Municipal de Cuidados Paliativos desenvolve um conjunto de práticas de assistência ao paciente visando à qualidade de vida e à manutenção da dignidade humana no decorrer da doença, na morte e no período de luto.

“Os cuidados paliativos nunca podem estar isolados da cadeia de serviços de saúde que caracterizam a atenção global ao paciente, na qual a melhora da qualidade de vida de pacientes e familiares é realizado por meio da prevenção e do alívio do sofrimento físico, psíquico, social e espiritual”, destaca Mendes. Desse modo, prossegue, “um diagnóstico adequado do sofrimento e de suas causas é imprescindível para o cuidado paliativo”.

O programa tem ainda a missão de garantir que a comunidade tenha acesso às informações que permita a compreensão de protocolos e orientações em ações paliativas. Mendes Ribeiro chama a atenção para o fato de que a saúde é um direito garantido pelo Estado, “mediante políticas sociais e políticas econômicas que busquem o acesso universal a ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, consagrados nos artigos 6º e 196 da Constituição Federal”.

O projeto classifica que os cuidados paliativos, para fins da lei, são o conjunto de práticas que ofereçam uma assistência humanizada ao paciente com doença incurável em fase avançada e progressiva por meio do tratamento dos sintomas da doença, objetivando minorar a dor, a fim de aliviar o sofrimento físico, psicológico, social e espiritual, bem como de prestar apoio aos seus familiares, inclusive no pós-luto.

A proposta apresenta dez diretrizes do programa. Entre elas, está a afirmação da vida e do valor intrínseco de cada pessoa, considerando a morte como processo natural; o respeito, a autonomia, a vontade, a individualidade, a dignidade da pessoa e a inviolabilidade da vida humana; o aumento da qualidade de vida do paciente e da sua família, na melhoria do bem estar do enfermo e no apoio aos seus familiares; a informação ao paciente sobre o seu estado clínico, bem como aos seus familiares, se essa for a sua vontade; a multidisciplinaridade e a interdisciplinaridade na prestação dos cuidados paliativos; e a formação continuada dos profissionais para melhoria contínua da qualidade na prestação de cuidados paliativos.

A matéria ainda prevê que, para a execução do programa, o Executivo Municipal poderá celebrar convênios ou parcerias com as instituições públicas ou privadas e ações de divulgação e educação, como campanhas de esclarecimento à população e debates, seminários e fóruns de discussão sobre cuidados paliativos voltados aos profissionais de saúde e profissionais integrantes da rede pública e privada de ensino do Município de Porto Alegre.

Fonte: Câmara Municipal de

Porto Alegre

Mantido veto parcial ao Programa Adote a Saúde

A Câmara Municipal de Porto Alegre manteve nesta quarta-feira (20/2), veto parcial do Executivo a projeto de leido vereador Mendes Ribeiro (MDB), que institui o Programa Adote a Saúde na capital. Segundo o vereador, o objetivo da proposta visava incentivar pessoas jurídicas e a sociedade civil organizada a contribuírem para a conservação e a manutenção das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade.

O veto parcial do Executivo diz respeito ao item do projeto que previa que o Conselho Municipal de Saúde deveria ser comunicado antes da assinatura do termo de cooperação que tratar da adoção de uma das Unidades Básicas. De acordo com o Executivo, o prefeito e o secretário da saúde não podem ficar subordinados ao Conselho Municipal de saúde, desvirtuando a essência da democracia e da vontade popular, ao efeito de mitigar a atuação dos agentes políticos, uma vez que os conselhos são órgãos aparelhados por sindicatos, entidades e partidos políticos, com significativo viés ideológico e partidário. “Não cabe ao Conselho Municipal realizar atos de gestão, pois esses são competência do poder executivo”, defendeu Marchezan.

Projeto

Conforme o texto aprovado pelo plenário da Câmara Municipal, a participação das empresas poderá ocorrer por meio de doação de materiais pertinentes, após análise da Secretaria Municipal de Saúde; com a realização de obras de reforma e ampliação das UBSs, de acordo com projeto elaborado ou aprovado pelo Executivo Municipal; ou pela conservação e manutenção da UBS que venha a ser adotada. O projeto assinala ainda que a adoção de uma UBS não exime o Executivo Municipal de sua competência e responsabilidade em gerir a saúde.

O termo de cooperação poderá ser realizado de forma integral, quando a adoção ocorrer na totalidade da UBS; ou de forma parcial, quando a adoção ocorrer apenas em determinada dependência ou setor da unidade. Também é previsto que uma mesma pessoa jurídica poderá participar do Programa Adote a Saúde em uma ou mais UBSs.

O projeto igualmente permite a adoção de uma UBS por várias pessoas jurídicas simultaneamente, sendo que ficará como exclusiva responsabilidade do adotante a execução de projetos com verba, pessoal e materiais próprios, bem como a conservação e a manutenção das unidades, desde que observado o termo de cooperação celebrado, devendo a mesma apresentar contas sobre os investimentos realizados a cada 120 dias.

A adoção das UBSs, porém, conforme o projeto, não dará qualquer direito de uso ao adotante, o qual não poderá, em qualquer hipótese, prejudicar ou interferir na competência do Executivo Municipal na gestão da saúde e dos próprios municipais.

Fonte: Câmara Municipal de Porto Alegre

Atendimento de idosos vítimas de violência

Medida aprovada hoje (26/11) vale para hospitais públicos e privados, Unidades Básicas de Saúde e Unidades de Pronto Atendimento localizados em Porto Alegre. Conforme o autor do projeto, vereador Mendes Ribeiro (MDB), a ideia é assegurar que a notificação ou comunicação de maus-tratos possa apoiar na elaboração de políticas públicas de prevenção à violência contra idosos. Na comunicação aos órgãos de assistência social, devem constar o motivo do atendimento, o diagnóstico, a descrição detalhada dos sintomas e das lesões, além da conduta adotada, incluindo tratamento e encaminhamentos realizados. O projeto foi aprovado por unanimidade em votação simbólica.

Fonte: Câmara Municipal de Porto Alegre.

Saúde: Atendimento a idosos vítimas de violências deve ter ocorrência

A Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou, nesta segunda-feira (26/11), o projeto de lei do Legislativo nº 091/18, que obriga hospitais públicos e privados e Unidades Básicas de Saúde e de Pronto Atendimento, no Município, a comunicarem as ocorrências de atendimento às pessoas idosas vítimas de violências aos órgãos municipais responsáveis pelo planejamento e execução da política de assistência social. De autoria do vereador Mendes Ribeiro (MDB), a proposta aprovada tipifica a violência contra a pessoa idosa como qualquer ação ou omissão praticada em local público ou privado que lhe cause morte, dano ou sofrimento físico ou psicológico.

O projeto não exclui a obrigatoriedade de comunicação aos órgãos referidos no artigo 19 da Lei Federal nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e devem constar no boletim informativo: o motivo do atendimento; o diagnóstico; a descrição detalhada dos sintomas e das lesões; e a conduta adotada, incluindo tratamento ministrado e encaminhamentos realizados.

Conforme o autor, vereador Mendes Ribeiro, o projeto é constitucional e visa dotar o município do maior número e detalhamento de informações sobre a violência à pessoa idosa para que possa “delinear e promover as estratégias para combater esse grave problema que está em nosso cotidiano, muitas vezes, despercebido por grande parte da sociedade”.

Fonte: Câmara Municipal de Porto Alegre

Seminário trata do transtorno de déficit de atenção com hiperatividade

Na última sexta-feira (28/9) a Câmara Municipal de Porto Alegre recebeu o evento “I Seminário de Conscientização do TDAH 2018” trazido pela Escola do Legislativo Julieta Battistioli (ELJB) e organizado pelo Instituto Elo e pelo projeto Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) nas Escolas. O Seminário contou com o apoio da Procuradoria Especial da Mulher e do Programa de Transtornos de Déficit de Atenção/Hiperatividade. O evento foi proferido no auditório Ana Terra.

O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico de causas genéticas, que geralmente surge na infância e acompanha o indivíduo pela sua vida. Reconhecido oficialmente pela OMS (Organização Mundial da Saúde), o TDAH se caracteriza por diversos sintomas sociais, como desatenção, impulsividade, fala constante, dificuldade com prazos, e procrastinação. Estes sintomas atrapalham a vida estudantil e trazem consequências indesejadas para os alunos portadores, como desânimo, autocrítica exagerada e até mesmo a repetência, quando não identificada e manejada pela escola.

O Seminário de Conscientização foi dividido em dois temas: Educação e TDAH pela manhã, e Saúde e TDAH pela tarde. O vereador Mendes Ribeiro (MDB) deu início ao bloco matutino salientando a importância do assunto no meio educacional, visto que afeta muitos alunos que ainda não dispõem de apoio adequado. Neste bloco, foram trazidas informações quanto ao diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) em âmbito escolar por profissionais qualificados, e sua importância para a qualidade de ensino dos portadores.

Palestraram Maria Regina Araújo, presidente do instituto ELO, Marizur Konig, representante das mães de crianças com Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e mãe de adolescente que inspirou a lei estadual 15.212), o enfermeiro Ricardo Haesbaert, Maria Cristina Fagundes da Silva, diretora da Escola Estadual Professor Sarmento Leite, Analucia dos Santos, orientadora da Escola Estadual Professor Sarmento Leite, Cláudia Amaral, representante da SMED, e Claudia Hakim, especialista em Neurociência e Psicologia Aplicada, advogada especialista em Direito Educacional. Os palestrantes trouxeram ao público informações da rotina escolar perante o TDAH, as dificuldades e os sucessos no auxílio dos estudantes e críticas construtivas à legislação estadual, como a aplicação gradual e não imediata das medidas didáticas e pela falta de clareza no quesito punição, aos que não obedecerem tal lei.

O bloco Saúde e TDAH

A segunda parte do Seminário teve início com a palestra de Gabriela Guida de Freitas, gerente-executiva da ONG Criança Segura – Safe Kids, que fez uma breve fala sobre a importância da prevenção de acidentes na infância. Em seguida, foi lida uma carta encaminhada por Joaquim Molina, representante da OMS no Brasil, sobre a I Semana de Conscientização do TDAH em Porto Alegre. Após a leitura, os participantes puderam assistir a um vídeo realizado pela Unesco para o evento, onde o coordenador de Ciências Humanas e Sociais da Instituição, Fábio Eon, fala sobre a importância da cultura de paz.

Dando continuidade as palestras, o biolóloco, químico e toxicologista Edward Andrew Darnel, fez um panorama sobre o TDAH nos Estados Unidos, Canadá e CADDRA. Logo após a apresentação do panorama, Léo Stark, membro do Comitê de Terapia Cognitiva Comportamental da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul falou um pouco sobre algumas estratégias que podem auxiliar os portadores de Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), como, por exemplo, invés de buscar se programar para estudar o dia inteiro para estar livre à noite, buscar compartimentar o tempo em períodos menores e com mais intervalos.

Em seguida, foi a vez da palestra de Gledis Lisiane Motta, chefe do Serviço de Psiquiatria do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, que participou do Seminário como representante da Secretaria Municipal de Saúde. No encerramento, a presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, Olívia Teixeira, ministrou a palestra “Déficit de Atenção ou Desatendido?”.

Fonte: Câmara Municipal de Porto Alegre

Projeto: Semana de Conscientização sobre TDAH

O autor, Mendes Ribeiro, destaca a importância da conscientização sobre TDAH

Está em tramitação, na Câmara Municipal de Porto Alegre, o projeto de lei do legislativo nº 100/18, de autoria do vereador Mendes Ribeiro (MDB), que inclui a efeméride Semana de Conscientização sobre o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) no Calendário de Datas Comemorativas e de Conscientização do Município. Pelo projeto, a programação deverá ocorrer na semana que incluir o dia 19 de setembro. Para Mendes Ribeiro, este projeto causará impactos positivos na sociedade, combatendo preconceitos e crenças equivocadas, como a de que o TDAH não existe, e permitirá a criação e a implantação de programas oficiais de diagnóstico e tratamento dos portadores desse transtorno, chamando a sociedade ao debate, com políticas públicas que auxiliem essas crianças e adolescentes.

Segundo a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) é neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola. Já existem inúmeros estudos em todo o mundo, inclusive no Brasil, demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (como as práticas de determinada sociedade), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos.

O TDAH é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos. O transtorno na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com as demais crianças, pais e professores.

“Por isso, a conscientização é importantíssima para que se impeçam interpretações equivocadas e preconceituosas, ante a falta de conhecimento de pais e professores quanto aos sintomas, especialmente em relação às crianças portadoras desse transtorno”, explica o vereador. Mendes Ribeiro observa que as crianças são estigmatizadas, muitas vezes, por rótulos como “avoadas” ou “vivendo no mundo da lua” e geralmente “estabanadas” e com “bicho carpinteiro” ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo).

Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como, por exemplo, dificuldades com regras e limites.

 

Fonte: Câmara Municipal de Porto Alegre

Criada Frente para tratar das complexidades da prematuridade

A Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou na tarde desta quarta-feira (28), o requerimento de criação da Frente Parlamentar pela Causa da Prematuridade. O vereador Mendes Ribeiro (PMDB), autor da proposta, explica que a intenção é fortalecer as políticas públicas voltadas aos prematuros, além de chamar atenção para as complicações e complexidades relacionadas ao tema.

Conforme Mendes, dados do Ministério da Saúde apontam que a prematuridade está ligada a 53% dos óbitos no primeiro ano de vida, respondendo por, pelo menos, 12 mil mortos por complicações logo após o parto. “Este é um tema que precisa ser tratado com atenção por todas as esferas da administração pública, especialmente no âmbito municipal, visando sempre a disponibilização de acompanhamento pré-natal a fim de oportunizar um atendimento de qualidade às gestantes para que haja um parto seguro, bem como tratamento especializado e adequado nos casos em que o bebê seja prematuro.”

A frente deverá desenvolver estudos, palestras e seminários, fiscalizar a partir de pedidos de informação e visitas à rede de saúde, entidades e órgãos ligados ao tema.

É considerado prematuro o bebê nascido com menos de 37 semanas de gestação. Conforme dados de 2014 do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos do Ministério da Saúde, 12,4% dos nascimentos no país são de prematuros.

Fonte: CMPA

Fiscalização em Porto Alegre: área azul

“A recorrência das reclamações sobre a Área Azul – nosso sistema de ordenação de estacionamento nas vias públicas, com base no tempo -, levou nosso gabinete a desta vez não somente verificar a queixa pontual (local da ocorrência), mas fazer um detalhado levantamento da situação, custo/benefício, manutenção da área total”, explicou o vereador Mendes Ribeiro.

Segundo ele, o trabalho de fiscalização na área azul será norteado pelo retorno a um pedido de informações, que questionam do número total de vagas, de parquímetros, tempo de manutenção, empresas que exploram o serviço até a arrecadação e validade dos contratos.

A partir dessas informações o gabinete planeja uma série de ações por toda a cidade.

Documento na íntegra:

Referente ao estacionamento temporário pago nas vias e logradouros públicos e em áreas urbanas pré-determinadas de Porto Alegre, denominada Área Azul, instituída pela Lei n° 6.002/87 e alterações posteriores, a saber:

a) Qual o número total vagas de estacionamento e de parquímetros existentes na Área Azul de Porto Alegre?

b) Quantas vagas de estacionamento rotativo da área Azul são exclusivos à idosos e à portadores de necessidades especiais?

c) Quantos parquímetros estão em efetiva operação na Área Azul?

d) Quais os motivos para que os parquímetros estejam fora de operação e como é realizada a manutenção dos referidos equipamentos? Qual a causa da demora para o conserto como se já verificou em algumas localidades, bem como em qual(is) bairro(s) há maior incidência de parquímetros danificados ou fora de operação?

e) Qual foi a arrecadação da Área Azul, bem como os custos para sua manutenção, nos últimos 4 (quatro) exercícios?

f) Atualmente, o serviço é explorado por qual(is) empresa(s)?

g) Quando se encerra(m) o(s) contrato(s)? Em qual(is) localidade(s) do Município o(s) contrato(s) já está(ão) vencido(s)?

h) Há a previsão de realização de licitação? Quando será realizada?

i) Haverá, na próxima licitação, a previsão para que os equipamentos (parquímetros) possuam novas tecnologias além do pagamento dos tíquetes com moedas, como o pagamento do rotativo com cartões de crédito ou débito, ou por meio de um pagamento remoto via aplicativo para smartphone, no qual o usuário adquire créditos?

j) Quanto à fiscalização, qual é o número de pessoas ou equipes que a executam?

GHC inicia em fevereiro obras de centro oncológico

21/12/2017 | Jornal do Comércio
Está marcado para 1 de fevereiro o início da construção do novo Centro de Oncologia e Hematologia do Grupo Hospitalar Conceição (GHC). Anunciado em 2008, o prédio de 14 mil metros quadrados centralizará em um só lugar o atendimento para pessoas com câncer e oferecerá novos serviços, como radioterapia e transplante de medula óssea.
A edificação será levantada ao lado do Hospital Nossa Senhora da Conceição, na zona Norte de Porto Alegre. A previsão é que a obra demore de dois a três anos para ser concluída. Na tarde de ontem, o vereador Mendes Ribeiro (PMDB) confirmou a aprovação, no plenário da Câmara Municipal, do projeto de lei complementar do Poder Executivo que modifica o regime urbanístico do conjunto de terrenos onde estão situados os hospitais Nossa Senhora da Conceição e da Criança Conceição.
Com isso, será possível dar início à construção de novos prédios no complexo. “Essa ação traz melhor atendimento em saúde e adoção de tecnologias que não eram possíveis. Soluções inteligentes, que não oneram, trazendo mais saúde aos porto-alegrenses”, salientou o vereador. Conforme o projeto, a alteração no regime urbanístico decorre da necessidade de a estrutura física do complexo hospitalar incorporar a implantação de novas tecnologias para o Serviço de Diagnóstico e Tratamento.
Na reorganização física, serão retiradas do prédio do Hospital Nossa Senhora da Conceição todas as áreas de diagnóstico, terapia, apoio técnico e logístico, “possibilitando a adequação e a humanização das unidades de internação e apoio”. No caso do Hospital da Criança Conceição, “pelas condições precárias do atual prédio”, a proposta é construir um novo hospital incorporando a maternidade do Conceição.
Segundo o diretor técnico do GHC, Mauro Sparta, muitas questões morosas precisaram ser resolvidas para que a obra fosse possível.
Primeiro, era preciso acertar a cedência da área onde a construção ocorrerá, na qual, antes, havia uma praça. “Houve todo um processo democrático, com consulta ao Orçamento Participativo e acordo com o município, que tinha uma dívida com o hospital”, relata.

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